Sessão Abraci: “Desenrola”, de Rosane Svartman

09/11/2010 às 15:41 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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No mês de novembro, a Sessão ABRACI exibe o filme Desenrola, de Rosane Svartman em sessão seguida de debate com a realizadora.

Sinopse: Aos 16 anos de idade, a romântica Priscila se vê pela primeira vez sozinha em casa: a mãe viajou a trabalho e vai passar 20 dias fora. É neste curto espaço de tempo que sua vida passa por grandes mudanças e diversas “primeiras vezes” acontecem.

Direção: Rosane Svartman

Roteiro: Rosane Svartman e Juliana Lins

Direção de fotografia: Dudu Miranda

Montagem: Nataraney Nunes

Som: Valéria Ferro

Produção: Clélia Bessa

Produção: Raccord Filmes

Coprodutora: Globo Filmes

Produtores Associados: Labocine e Quanta

QUARTA FEIRA 10/11/2010

19h00 Desenrola, de Rosane Svartman (Brasil, 2010, 88 min, 35mm)

Sessão seguida de debate com a realizadora

SERVIÇO

Instituto Moreira Salles

Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea

CEP: 22451-040. Rio de Janeiro – RJ

Tel.: (21) 3284-7400; Fax: (21) 2239-5559

De terça a sexta, das 13h às 20h

Sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h

http://www.ims.com.br

Ingresso: R$ 10,00 (inteira), R$ 5,00 (meia)

Ingressos disponíveis também em http://www.ingresso.com

COMO CHEGAR

As seguintes linhas de ônibus passam em frente ao IMS:

– 158 – Central-Gávea (via praça Tiradentes, praia do Flamengo, metrô Botafogo)

– 170 – Rodoviária-Gávea (via Rio Branco, largo do Machado, metrô Botafogo)

– 592 – Leme-São Conrado (via Rio Sul, metrô Botafogo)

– 593 – Leme-Gávea (via Barata Ribeiro, Prudente de Morais, Bartolomeu Mitre)

– 1024 – Executivo: Praça Mauá-Gávea (via Rio Branco, Praia do Flamengo, metrô Botafogo)

Fotos da Sessão Abraci de outubro: “Terra deu, terra come”

17/10/2010 às 16:54 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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O diretor Rodrigo Siqueira (no centro) fala sobre o documentário, observado por Rose La Creta e José Carlos Avellar

 

 

Após a sessão, Rodrigo Siqueira conversa com a montadora Idê Lacreta e a diretora Petra Costa

Fotos: Manuelle Rosa

 

“Terra deu, terra come” na Sessão Abraci de outubro

13/10/2010 às 0:50 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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No mês de outubro, a Sessão ABRACI exibe em pré-estreia o filme Terra deu, terra come, de Rodrigo Siqueira, melhor documentário brasileiro – É tudo verdade 2010. Após a sessão, haverá debate com o realizador.

 

“TERRA DEU, TERRA COME”

Sinopse: Pedro de Almeida, garimpeiro de 81 anos de idade, comanda como mestre de cerimônias o velório, o cortejo fúnebre e o enterro de João Batista, que morreu com 120 anos. O ritual sucede-se no quilombo Quartel do Indaiá, distrito de Diamantina, Minas Gerais. Ao conduzir o funeral de João Batista, Pedro desfia histórias carregadas de poesia e significados metafísicos, que nos põem em dúvida o tempo inteiro.

Direção: Rodrigo Siqueira (colaborou na direção: Pedro de Alexina)

Fotografia e Câmera: Pierre de Kerchove

Edição: Rodrigo Siqueira

Som: Célio Dutra

Produção executiva: Rodrigo Siqueira e Tayla Tzirulnik

Realização: 7 Estrelo Filmes

Produtora Associada: Tango Zulu Filmes

 

QUARTA-FEIRA, 13 DE OUTUBRO DE 2010

19h00  Terra deu, terra come, de Rodrigo Siqueira  (Brasil, 2010, 88 min, exibição em cópia digital)

Sessão seguida de debate com o realizador


Instituto Moreira Salles

http://ims.uol.com.br/

Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea

Ingresso: R$ 10,00 (inteira), R$ 5,00 (meia)

Fotos da pré-estréia de “Terras” na Sessão Abraci – IMS

06/09/2010 às 16:29 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Maya Da-Rin e José Carlos Avellar em debate após a sessão de "Terras"

 

 

O público atento aos comentários de Maya sobre seu filme

Fotos: Manuelle Rosa

 

“Terras”, de Maya Da-Rin na Sessão Abraci de setembro

01/09/2010 às 0:56 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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No mês de setembro, a ABRACI, em parceria com o Instituo Moreira Salles, exibe em pré-estreia o filme “Terras“, de Maya Da-Rin. Após a sessão, haverá debate com a realizadora.

O documentário mostra o cotidiano dos moradores da fronteira tríplice entre Brasil, Colômbia e Peru. Isoladas dos centros econômicos devido à floresta amazônica e à distância, as cidades gêmeas de Tabatinga (Brasil) e Letícia (Colômbia) e o vilarejo Santa Rosa (Peru) constituem uma ilha urbana, marcada pelo trânsito intenso de pessoas e mercadorias e pela convivência de diferentes culturas e etnias.

Terras teve sua première mundial no festival de Locarno, na Suíça, e passou por festivais na Alemanha, Itália e Estados Unidos. No Brasil, foi selecionado para a 33ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, 13ª Mostra de cinema de Tiradentes, 20º Cine Ceará, entre outros.

TERRAS

Direção: Maya Da-Rin

Produção: Sandra Werneck

Fotografia e Câmera: Pedro Urano

Montagem: Karen Akerman, Maya Da-Rin e Joaquim Castro

Som direto: Bruno Vasconcelos e Altyr Pereira

Desenho de som e música original: Edson Secco

Direção de produção: Mara Junqueira

Produção executiva: Maya Da-Rin

Realização: Cineluz

 

QUINTA FEIRA 02/09/2010

19h00 Terras, de Maya Da-Rin (Brasil, 2010, 75 min, 35mm)

Sessão seguida de debate com a realizadora

 

SERVIÇO

Instituto Moreira Salles

Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea

Tel.: (21) 3284-7400; Fax: (21) 2239-5559

www.ims.com.br

Ingresso: R$ 10 (meia R$ 5,00)

Matéria O GLOBO: “Cineastas questionam política de investimentos da RioFilme”

30/08/2010 às 1:19 | Publicado em Uncategorized | 1 Comentário
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Por Rodrigo Fonseca

RIO – Criada em 1992, dois anos após a dissolução da Embrafilme, como veio de escoamento para a produção audiovisual, a RioFilme virou o alvo do descontentamento de uma parcela da classe cinematográfica. Nessa parcela estão o produtor Luiz Carlos Barreto e os cineastas Tetê Moraes, Jorge Durán, Helena Solberg, Oswaldo Caldeira, Rose Lacreta, Carolina Paiva, Sandra Werneck, Ana Maria Magalhães, José Joffily e Domingos Oliveira, que se reuniram no fim da semana passada para discutir a gestão de Sérgio Sá Leitão. Atual diretor-presidente da distribuidora, Sá Leitão tem associado a empresa, outrora ancorada a projetos autorais independentes, a longas-metragens mais competitivos comercialmente, como a comédia dramática “Divã” (vista por 1,8 milhão de pagantes em 2009) e ao aguardado “5xFavela, agora por nós mesmos”, que estreia nesta sexta. A associação a potenciais blockbusters leva uma ala do setor a questionar a vinculação da distribuidora, fundada pela Prefeitura do Rio, a projetos mais ligados a ambições mercadológicas do que à invenção narrativa (portanto capazes de sobreviver sem o aporte municipal). Cobram ainda a criação de editais de fomento à produção.

– Não se trata de uma luta contra ninguém, mas uma crítica muito clara a uma política de uma empresa pública – diz a documentarista Tetê Moraes, diretora da Associação Brasileira de Cineastas (Abraci). – O que desejamos é que haja mais transparência, editais com regras claras e comissões de seleção formadas por várias pessoas. A RioFilme não pode ser dirigida como uma empresa privada. Ela definitivamente não é um banco, é uma empresa pública municipal ligada à Secretaria municipal de Cultura.

– Estamos diante de uma gestão dirigista. Há um tipo de cinema que o Sérgio apoia: o de mercado, como se ele tivesse a fórmula do que vai dar certo – protesta Domingos.

Como estopim das queixas do grupo, estava o investimento em “As melhores coisas do mundo” de Laís Bodanzky, uma diretora paulista, que filmou em São Paulo, sendo distribuída por uma companhia de matriz estrangeira, a Warner Bros. Por e-mail, diretores como Silvio Tendler entram na discussão:

– Estamos diante de uma política que se resume a parcerias com as majors americanas. É daí que Sérgio tira o sucesso da RioFilme – diz Tendler, referindo-se ao fato de que, de 2009 até agora, a RioFilme se tornou a terceira maior distrisbuidora nacional, atrás da Downtown e da Imagem.

– O Rio sempre foi um polo de produção expressivo. Com uma reserva de mercado, produziríamos cem vezes mais – crê Barreto. – Mas a RioFilme parece mais preocupada em ser um biombo para uma picaretagem chamada “Rio, eu te amo” (produção internacional com diferentes cineastas filmando episódios na cidade), uma ideia que já foi feita antes por Carlos Hugo Christensen (argentino aqui radicado que rodou “Esse Rio que eu amo”, em 61).

– Nosso cinema carece de um trabalho de formação de plateia. Uma distribuidora comercial, sem vínculos públicos, não precisa ter esse trabalho: quer apenas filmes que se vendam. Mas esse não é o perfil de uma empresa pública – diz Ana Maria Magalhães.

Procurado pelo GLOBO, Sérgio Sá Leitão se defende:

– Para realizar seus objetivos estratégicos, a RioFilme precisa agir como uma empresa, não como uma secretaria ou uma autarquia. Podemos ter receita e elevar o bolo para investir mais. Não faz sentido usar uma empresa para fazer fomento a fundo perdido, como querem alguns. Seria o meio errado. O público dos sete filmes lançados pela RioFilme em 2009 foi 71 vezes superior ao dos sete lançados no ano anterior, passando de 28 mil para quase dois milhões de espectadores.

Há quem apoie sua gestão:

– A RioFilme, parceira essencial na produção do Festival do Rio, passa por uma reconstrução, que a liberta de um perfil político assistencialista – diz Walkiria Barbosa, produtora de “Divã”. – Sérgio está buscando no mercado meios de a empresa resistir: seus recursos vêm do resultado dos filmes. Numa indústria, nada que se calce só em dinheiro público avança.

Matéria publicada no Jornal O Globo em 25 de agosto de 2010

Link: http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2010/08/24/cineastas-questionam-politica-de-investimentos-da-riofilme-917467833.asp

Fotos Sessão Abraci Especial Moacyr Fenelon – 18/08/10

20/08/2010 às 16:57 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Hernani Heffner, conservador, fala sobre o processo de restauração da obra de Moacyr Fenelon. Ao seu lado, Alice Gonzaga, responsável pelo importante acervo da Cinédia, e Rose La Creta, diretora da Abraci.

 

 

Alice Gonzaga, presidente do Instituto para a Preservação da Memória do Cinema Brasileiro (IPMCB), e Rose La Creta, da diretoria Abraci

 

 

Hernani Heffner e Alice Gonzaga trabalharam em conjunto na restauração dos filmes de Moacyr Fenelon

 

Fotos: Manuelle Rosa

Sessão Abraci de agosto: Especial Moacyr Fenelon

17/08/2010 às 16:55 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Nos dias 18 e 19 de agosto, o IMS-RJ realiza, em parceria com a Cinédia e a Associação Brasileira de Cineastas, o programa Moacyr Fenelon, que resgata a obra do diretor, produtor, técnico de som e roteirista. A programação inclui sessões dos cinco filmes do diretor que foram restaurados pelo Instituto para Preservação da Memória do Cinema Brasileiro (IPMCB) e dois debates.

Os cinco filmes incluídos no programa foram realizados na fase final da carreira do cineasta, de 1948 a 1951. Obrigado, doutor, Poeira de estrelas e O dominó negro têm direção assinada por Fenelon; e dois filmes produzidos por ele: Estou aí?, de Cajado Filho, e A inconveniência de ser esposa, de Samuel Markenzon.

Os títulos restaurados são documentos históricos da era de ouro do filme popular brasileiro e registram as mudanças sofridas na estrutura da sociedade brasileira após a Segunda Guerra Mundial.

Na quarta, dia 18, logo após a exibição de O dominó negro, às 18h30, Hernani Heffner comanda o primeiro debate com o público sobre o tema O cinema de Fenelon. Na quinta, fechando o programa, Luiz Alberto Rocha Melo participa de debate sobre o tema Lourdinha e Emilinha: Poeira de estrelas logo após a sessão do longa A inconveniência de ser esposa, que terá início às 18h.

PROGRAMAÇÃO

Quarta, 18 de agosto

14h00: Poeira de estrelas de Moacyr Fenelon (Brasil, 1948. 80’, 35mm)

16h00: Obrigado doutor de Moacyr Fenelon (Brasil, 1948. 85’, 35mm)

18h30: O dominó negro de Moacyr Fenelon (Brasil, 1950. 85’, 35mm)

20h00: O cinema de Fenelon – Debate com Hernani Heffner


Quinta, 19 de agosto

14h00: Obrigado doutor de Moacyr Fenelon (Brasil, 1948. 85’, 35mm)

16h00: Estou aí? de Cajado Filho (Brasil, 1949. 105’, exibição em cópia digital)

18h00: A inconveniência de ser esposa de Samuel Markenzon (Brasil, 1951. 71’, 35mm)

20h00: O cinema na década de 1950 – Debate com Luiz Alberto Rocha Melo


Instituto Moreira Salles

Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea

Ingresso: R$ 10,00 (inteira), R$ 5,00 (meia)

Foto – Debate com os diretores de “Uma Noite em 67”

17/07/2010 às 17:00 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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O diretor Renato Terra fala sobre o filme, enquanto o amigo e co-diretor Ricardo Calil e Rose La Creta, da Abraci, observam.

 

Foto: Manuelle Rosa

“Uma noite em 67” na Sessão Abraci de julho

10/07/2010 às 21:14 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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No mês de julho, a Sessão ABRACI exibe em pré-estreia o filme Uma noite em 67, de Ricardo Calil e Renato Terra, em sessão seguida de debate com os realizadores.

Sinopse: No teatro: aplausos, vaias, um violão quebrado, guitarras estridentes. No palco: os jovens Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Roberto Carlos, Edu Lobo e Sérgio Ricardo. As músicas: “Roda Viva”, “Ponteio”, “Alegria, Alegria”, “Domingo no Parque”. E só um deles sairia vencedor. Isso é Uma Noite em 67, um convite para viver a final do Festival da Record que mudou os rumos da MPB.

 

Uma noite em 67

Direção: Ricardo Calil e Renato Terra

Fotografia: Jacques Cheuiche

Montagem: Jordana Berg

Som: Valéria Ferro

Mixagem: Denílson Campos

Produção: Videofilmes e Record Entretenimento

 

QUINTA FEIRA 15/07/2010

19h00 Uma noite em 67, de Ricardo Calil e Renato Terra (Brasil, 2010, 93 min, digital)

Sessão seguida de debate com os realizadores

 

SERVIÇO

Instituto Moreira Salles

Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea

CEP: 22451-040. Rio de Janeiro – RJ

Tel.: (21) 3284-7400

http://www.ims.com.br

Ingresso: R$ 10,00 (inteira), R$ 5,00 (meia)

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